colee
Cole Porter – Ele Nunca Disse Que me Amava
11 de março de 2019
starsite
Coletiva do musical ‘Meu Destino É Ser Star’
14 de março de 2019

Coletiva do musical ‘O Frenético Dancin’ Days’

dandinsite

Após sucesso no Rio de Janeiro, ‘O Frenético Dancin’ Days’ chega ao Teatro Opus, em São Paulo, onde permanece em cartaz até o final de Maio. O espetáculo conta a história do Frenetic Dancing’Days Discotheque, boate idealizada pelos amigos Nelson Motta, Scarlet Moon, Leonardo Netto, Dom Pepe e Djalma Limongi, ponto de encontro de todos os seres livres. Na casa, se apresentaram nomes como Rita Lee (ainda com o Tutti-Frutti), Raul Seixas e Gilberto Gil. Mas nada causou tanta sensação quanto o surgimento das Frenéticas. Contratadas inicialmente como garçonetes, elas também faziam uma breve apresentação durante a madrugada. O sucesso foi imediato: Leiloca, Sandra Pera, Lidoca, Edyr, Dhu Moraes e Regina Chaves logo abandonaram as bandejas e assumiram os holofotes.

Quatro décadas depois, a felicidade bate novamente à porta. É hora de aumentar o som e dançar sem parar. Ao lado de Patrícia Andrade, o próprio Nelson Motta assina a história de ‘O Frenético Dancin´Days’,espetáculo que marca a estreia da coreógrafa e bailarina Deborah Colker na direção de um espetáculo teatral.

O elenco é formado por Érico Brás (Dom Pepe), Débora Reis (Dona Dayse), Ariane Souza (Madalena), Bruno Fraga (Nelson Motta), Cadu Fávero (Djalma), Franco Kuster (Léo Netto), Ivan Mendes (Inácio/Geraldo), Renan Mattos (Catarino), Karine Barros (coro/stand in feminino), Larissa Venturini (Scarlet), Natasha Jascalevich (Bárbara), os bailarinos Eddy Soares, Elio Barbe, Andrey Fellipy, Rômulo Vlad, Julia Strauss e Thais Lírio, além das Frenéticas: Carol Rangel (Edyr de Castro), Ester Freitas (Dhu Moraes), Ingrid Gaigher (Lidoca), Stephanie Serrat (Regina Chaves), Larissa Carneiro (Leiloca) e Giselle Lima (Sandra Pêra).

Os cenários e figurinos recriam a atmosfera disco, mas com uma identidade própria. “A minha inspiração foi a estética de como as pessoas se comportavam na época e o quão ousadas eram no vestir”, explica Fernando Cozendey. “O desafio foi trazer o shape 70 atualizado, criar algo que ainda provocasse espanto, alegria e libertação para um público em 2018. O espetáculo para mim é sobre transgressão de ser, vestir, dançar, existir”, acrescenta.

A direção musical de Alexandre Elias também acompanha o espírito da época e inova ao trazer um DJ pilotando a música ao vivo. “Quando a Joana Motta me convidou para esse projeto, ela veio com essa “sacada” que iríamos contar a história de uma discoteca e que devíamos ter um DJ. E, no caso do Dancing´Days, o DJ Dom Pepe era uma das figuras centrais”. Para construir os arranjos, Alexandre Elias passou meses pesquisando e optou pela técnica dos samples. “Estamos usando tecnologia de ponta nessa área, misturei elementos dos arranjos originais, que são clássicos presentes na nossa memória afetiva, com ideias minhas e da direção, para chegarmos ao resultado final”, explica Alexandre.